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domingo, 2 de abril de 2017

Eu reavaliei e mudei de ideia



Inicio deste ano participei de um hongout no You Tube sobre trabalho remoto e lá eles falaram sobre trabalhar por trimestre, reavaliando o próprio serviço.

Inspirada neste conceito, este ano eu resolvi trabalhar em trimestres com as minhas metas pessoais. Eu tinha várias metas para o inicio do ano e as reduzi entre estudar, escrever uma crônica por mês e atualizar o blog e o canal.  O canal não deu muito certo porque não dei continuidade, mas pretendo retomar este trimestre!

Agora eu estou reavaliando meus objetivos e metas por trimestre. E o primeiro já passou! Muito rápido até. Eu tenho avaliado o que eu tenho feito que deu certo, o que não deu e o motivo de não ter dado certo. E por isso mudei alguns objetivos.

Antes eu queria escrever um livro de crônicas, mas tava ficando meio forçado e percebi que escrever uma história, e porque eu tenho tido ótimas ideias e anotado, Creio que já posso começar a amadurecer essa ideia e escrever sobre!

É isso, não será mais um livro de crônicas, apesar de eu querer fazer um ainda, mas não acho que seja o momento. Vou usar o que a inspiração tiver me dando no momento.

 {Texto escrito após uma reflexão no banho}

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Eu tô com vergonha


 Em fevereiro de 2016 eu publiquei um post dizendo que iria escrever um livro. E o que eu escrevi? Nada, nadinha, nadica! Fiquei estarrecida ao olhar esse post, me dando uma na cara, sobre minha falta de comprometimento. De vez em quando, a gente precisa disso né? Dessas chacoalhadas, a internet tá ai pra gravar nossos pensamentos e desejos, e nos "ajudar" a fazer esta retrospectiva. 

O bom de olhar esse post, é que ele me fez ficar mais desperta pra esses planos que se arrastam na minha vida. Primeiro, porque eu fiquei com uma baita vergonha da única pessoa que eu não posso me esconder: Eu mesma. Então, pra 2018 eu tenho dois projetos. O primeiro é escrever um livros de crônicas inéditas e outras já publicadas por aqui. E qual minha estratégia a principio? Anotei na minha agenda "Senta a bunda na cadeira e escreve". Agora tenho o compromisso de uma crônica por mês. Vamos ver, será que eu escrevo mesmo??? Acho que sim hein, vergonha é um sentimento dolorido. Alguma sugestão de temática?

O meu segundo planejamento é uma viagem internacional, eu sempre vivia abandonando esse propósito desde que sai da faculdade, emprego novo, cidade nova, prestação do carro, despesas de manutenção do carro, câmera nova e nada. O dinheiro se foi... Mas sabe o que eu vou fazer agora, em março pretendo ir a CVC (Ou vocês tem alguma outra agência para me indicar???) procurar um pacote e pagar mensalmente. Eu sei que muita gente relata que é mais barato por conta própria, mas se eu não fizer assim, daqui a exatos cinco anos, vocês vão me ver reclamando por aqui. Ah, mês que vem pretendo "renovar" o passaporte, ou seja, tirar outro. Porque o primeiro mofou e eu nunca fiz nada. 


Essa frase me dói, porque é a mais pura realidade!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Estou escrevendo um livro


Estou escreveno um livro, com crônicas inéditas, além de algumas públicadas aqui, estou escrevendo pelo prazer de escrever e se você quiser lê-lo e falar sobre. Vou adorar!
É só deixar seu email, que assim qeu ele ficar pronto, eu encaminharei por email.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Carta para um amigo


Eu nunca te contei o quanto você me magoou, eu não sei se isso aconteceu por ser meu jeito de não demonstrar emoções ou se foi pelo fato que eu queria que você pensasse que estivessemos bem. Nos afastamos, querendo ou não, sabíamos que aquilo que aconteceu, mesmo não sendo verbalizado, nos separou, foi uma guera silenciosa que nenhum de nós falou, tocou no assunto. 

Era uma situação estranha, mas estranho mesmo era não saber o que fazer. Nos afastamos, respiramos fundos e nos perdemos. É engraçado como são as amizades, nos dedicamos a ela a vida toda e por um erro de uma das partes, nos separamos sem olhar para trás. Mas sempre que isso acontece com um irmão ou irmã que tem laço sanguineo , nos obrigamos a olhar para trás e reparar a situação, a perdoar, a conviver mesmo contra a vontade. 

Vivemos compartilhando que "os amigos são a família que nós podemos escolher", mas quando a coisa aperta, quando não há mais sorrisos, quando há apenas erro, nos recolhemos, abandonamos e seguimos em frente sem olhar para trás. Por conta do orgulho, por conta da raiva ou por sabe se lá  por quais inúmeros motivos que isso possa acontecer, deixamos quem gostamos pelo fato de que não conseguimos perdoar e  com a certeza de que vamos encontrar amizades melhores pela frente. 

Mas nos esquecemos que nenhuma amizade está isenta de erros, frustações, por isso, fico feliz que apesar da mágoa e de todo o ressentimento, nós voltamos a ser amigos. Superamos tudo que passou e voltamos a ser melhor do que fomos um dia, pois alguma amizades não são iguais a cristais quebrados que nunca mais voltam ao normal. 

Com carinho sem vergonha, 
Lua

{Texto escrito para um sentimento escondido}

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Vocês se reconheceram em mim


Vocês se reconheceram em mim. Eu não entendi e nos desentendemos. Vocês se reconheceram em mim. Num gesto, num olhar, num levantar de sobrancelha, num sorriso envergonhado, numa ação corriqueira. Vocês se reconheceram em mim e agora eu me reconheço em vocês. Obrigado painho pela despreocupação e tranquilidade. Obrigada mainha pela bondade e persistência. Heranças que ninguém me tira. Heranças que me fazem ter uma sensação confortável de ter um pouquinho de vocês em mim para todo o sempre.

 Com amor, 

 Um pouquinho de vocês para todo o sempre

P.S: Ouvi dizer que algumas pessoas não se entendem é porque elas são muito parecidas. 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Poderia ter um amor tranquilo, mas daí não seria eu.


Respirar, sentir, gostar, perder, encontrar, gritar, sonhar... Vivo num emaranhado de emoções tão desgraçado que quando vem a calmaria, me espanto, acabo me encontrando e tudo vira um caos novamente, um caos ruim, sem controle. O que seria a vida sem conflitos? Seria uma eterna volta numa canoa sem atribulações num rio mais sossegado que um lago, não aguento, não me vejo ai, não me apetece. Prefiro querer ter e não poder, ter e não querer; E assim caminha a minha (a sua) vida. 

Quem inventou isso de amor tranquilo sabia um pouco das coisas, mas não sabia de tudo, amor tranquilo não dura para sempre,aproveite enquanto durar e ai está a beleza da coisa, amar algo tão profundamente, tendo total certeza que nada é para sempre, mas com o intenso desejo cegando que será eterno. Amor tranquilo para alguns pode cansar. E antes que você diga "Se cansou não era amor de verdade", era amor sim, não tem dessa de paixão e amor, é tudo farinha do mesmo saco, amor vem com um apanhado de outras coisas, um pouquinho de cada sentimento e enquanto aquilo lá que você acreditava fielmente que era amor e isso acabou, foi amor sim, de verdade, enquanto durou.

Não me agrada, não me apego, não ambiciono um amor tranquilo. Não preciso saber que fulano vai estar lá amanhã quando eu acordar, não preciso esperar que vai dar tudo certo porque certo alguém vai estar lá comigo, não quero saber da felicidade ao lado de alguém. Porque gosto da incerteza, é nela que me firmo, gosto do desafio de sofrer e sobreviver, gosto de viver em pé de guerra, gosto da sensação de mesmo quando estou perdendo, estou ganhando inspiração, gosto de culpar e ser culpada, gosto de esquecer e ser esquecida, mas gosto mesmo é de não ter tranquilidade, não ter amor....tranquilo e mesmo assim crescer com isso. Podia até querer um amor tranquilo, poderia ter um amor tranquilo, mas dai não seria eu...
{Texto escrito depois de ler essa frase no twitter, numa quarta-feira de cansaço}

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Por que eu escrevo?


Eu escrevo porque eu tenho dentro de mim uma ânsia por liberdade de exprimir o que vejo, percebo, o que na verdade eu sinto. Tudo que escrevo, real ou imaginário, faz parte de mim. A escrita é uma das aliadas mais leais que existe no mundo, pois está sempre ali, disponível para quando você precisar dela. A escrita tem paciência com você, não te cobra, espera você está preparado. Não fica magoada se você demora, não fica ressentida se você escreve insultos, não ri quando você escreve tolices, não chora quando você escreve o que te dói. Ela está ali, impassível, mas esperando que você a use e perceba mais de você nela e vice-versa. Escrever apaixona, escrever desespera, escrever faz refletir. Escrever é conhecer a si próprio...mesmo que você não perceba.

{Texto escrito depois de refletir o lugar da escrita na minha vida}

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Mudanças....


Sempre me disseram que a morte é a única certeza que temos na vida e com este pensamento seguimos a vida ou com medo da morte ou vivendo a vida como se não houvesse amanhã. Creio que não temos uma certeza na vida, e sim duas: A morte e a Mudança. Mudamos o tempo inteiro, a todo momento, muito dificilmente percebemos essa constante na nossa vida. Mudar é um fator de sobrevivência primordial! Mudar nos permite conhecer coisas e pessoas novas, nos permite nos adaptar as situações mais inusitadas, nos permite criar, nos permite mudar pessoas, nos permite o mundo...
Heráclito já dizia que nada é permanente, exceto a mudança. Uma mudança pode ser pré-requisito para outras mudanças, mas lembre-se que nem toda mudança é "positiva". O ponto é que quando a gente se conhece e descobre o que a gente realmente precisa, mudar torna-se natural, agir para que a mudança ocorra também torna-se natural. Mudar nos permite novas perspectiva e fazer diferente, ao olhar as coisas de modo diferente, elas serão diferentes!

Feliz 2014

{Texto escrito após refletir que a morte não é a única certeza da vida}

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Excesso de futuro


Quando eu vejo o dia já passou e eu vivi o amanhã. É possível sim! Dia após dia, viver no futuro e viver no presente. Porém, o passado fica desgastado, o presente borrado e o futuro, bem, o futuro se torna desagradável, pois ele não suporta o peso de nossas expectativas. 

Essa vontade de querer tudo ao mesmo tempo agora, essa ânsia diante de acontecimentos aversivos ou adoráveis. Essa ilusão que a gente cria diante das coisas, nunca é do jeito que a gente acha que vai ser, ás vezes não é tão ruim quanto imaginávamos e também não é tão maravilhosos como pensávamos. 

Esse excesso de futuro, aos pouquinhos, pode ir nos derrubando, quebrando um alicerce aqui e ali. E quando a gente percebe, essa mania de prever tudo que é inesperado, incerto...Acaba por tirar nossa paz. 
Estamos sujeitos a passar por problemas, o que vai fazer a diferença é a forma como lidamos com isso.

Fico pensando como fazer essa vida de "viajante do tempo" melhorar e cheguei a conclusão que não tem resposta certo, não é igual a receita de bolo ou miojo que fica pronto em três minutos. É uma coisa que a gente vai construindo com o passar do tempo, mas pra isso a gente tem que tentar milhares de formas, até achar a forma certinha pra gente. É igual quando saímos procurando o vestido\sapato perfeito. Não vamos a milhares de lojas, pesquisando, olhando e experimentando? Então, poderíamos a fazer a mesma coisa com as nossas vida, vai que numa esquina encontramos algo que solucione nosso problema de "viajantes" e passemos a viver no nosso próprio tempo.

{Texto escrito numa quinta-feira após viver num futuro angustiante}

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O tropeço



Hei! Seu idiota! Abraça-me e me faça dormir. Sim, não é um pedido, é uma ordem! Só estou cansada de implorar as coisas, cansada de me arrastar, cansada de esperar, cansada do jeito que eu levo a vida. Eu já fiz mil tentativas para que as coisas dessem certo. Sempre estou ali insistindo, mas cansei sabe? Acho que você esta precisando tomar um pouquinho do seu próprio remédio. Foda-se você, caso ache tudo isso ruim!
Querido, o problema foi que você tropeçou em mim. E não soube aproveitar a oportunidade,   a sorte que você teve. Agora meu bem as coisas serão do meu jeito e se não for assim não será de jeito nenhum. Eu exijo exigir mais para mim, por que eu tenho direito, por que eu preciso, por que eu necessito ter um pouquinho de felicidade. Querido, você tropeçou feio em mim, agora é a minha vez de tropeçar em você.

{Texto escrito numa quarta-feira a noite, após ter feito uma refeição ouvindo a revolta de alguém quanto a não suportar o jeito que as coisas são no seu relacionamento}

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Relato de abstinência

E mais um dia se passou. A senhora Noite, desocupada, vem me encontrar e jogar na minha cara a falta que você me faz. E ela não está errada, parece que quando você vai contra algo, tudo relacionado ao que você evita, te persegue. Sim, estou fumando e bebendo vodka para dormir melhor, combinando perfeitamente com a música “Eu que não amo você” do Engenheiros. Podia estar afundada numa panela de brigadeiro ou me divertindo em algum outro lugar. Mas não se pode sair todas as noites, não aguento isso,   não tenho mais “ saco” e idade pra isso. 
Estou vestida naquela sua camisa velha, que eu roubei de você. Você dizia que era verde e eu insistia e até hoje insisto em dizer que é azul. Então, estou usando a camisa combinando com aquele short rosa que você gostava. Sadomasoquismo? Você se pergunta. Não, é só a maneira mais segura de entrar em contato com você, sem precisar entrar contato com você de verdade. Em vez de te ligar, te ver ou mandar uma mensagem dizendo apenas um "Oi" super bobo. 
Coisas que você gostava me lembram você, então, olhar no espelho me faz lembrar você, pois você gostava de mim. As pessoas podem me achar boba por me apegar as pequenas lembranças que envolvem você. Mas é um processo de luto, no começo é difícil, mas chega um momento que você desapega e enquanto isso não acontece vou me ocupando com outras coisas. Eu acredito que um dia eu vou acordar e tentar lembrar da cor dos seus olhos e eu não vou conseguir, vou me esforçar para lembrar e ainda assim não vou conseguir. Neste dia eu saberei que estou te esquecendo.
 Afinal, eu ainda gosto de você. Mas eu não gosto de sofrer, por isso, eu disse adeus.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Sinceridade

Eu não sei mais esconder as coisas, talvez, eu já tivesse escondido coisas da minha mãe ,antigamente, apenas para evitar a punição, pois, por mais que as mães amem elas acabam assustando um pouco, e talvez só façam isso para nos proteger, talvez façam algumas coisas erradas por que, também, estão aprendendo a ser mães, assim como nós também deveríamos aprender a ser filhos e muitas vezes não aprendemos... 
Com o passar do tempo eu tenho aprendido a não culpar mais outro, a não ocultar sobre as coisas que eu quero. Eu tenho aprendido a admitir meus erros, eu tenho aprendido a ver as coisas sobre um novo ângulo, e ás vezes isso causa angustia, não ser nem metade daquilo que eu gostaria de ser. Mas ai, eu olho para trás e me lembro do que eu já caminhei, eu me lembro do quanto eu mudei e isso ajuda a seguir adiante, ás vezes olhar para o passado ajuda.
 Eu não sei mais esconder as coisas, pelo menos de mim. Eu aprendi a ser sincera comigo mesma, eu descobri por que eu faço o que eu faço, e ser verdadeiro com você mesmo Poe machucar, assim como eu estou aprendendo a ser verdadeira comigo, isso reflete nas minhas relações com os outros. Então, eu percebi que sinceridade é um pedido clamado por muitos, mas nem sempre é bem recebida, agora estou tentando aprender formas de suavizar a sinceridade, formas de não usar desculpas para não usá-la. Estou procurando uma forma de enrijecer sem perder a ternura...

quinta-feira, 21 de março de 2013

Um recado para gente chata

Desculpa ai a sinceridade, mas sinto lhe informa que gente sem graça não vai arrumar nada porquê gente assim enche o saco. Gente sem graça e ao mesmo tempo chata não vai conseguir nada, quem vai querer ficar ao lado de alguém que só reclama ou vive falando do mesmo assunto, não têm outros repertórios, não têm outras experiências? Me diz como algo assim pode ser interessante? Gentileza, bom humor, pessoas que estão sempre em busca de experiências, gente que mesmo tímida sabe sobre diversos assuntos, isso são algumas das coisas que me atrai. Portanto, infelizmente ninguém quer ficar do lado de gente chata e se fica é por pena. Prefiro ser odiada a ser alvo de pena, pois caso eu seja odiada significa que eu tenho potencial pra fazer muita coisa, caso eu seja alvo de pena as pessoas vão achar que preciso ser cuidada, a incapacitada. Quem quer ficar ao lado de gente pessimista?Eu não. 
Se algumas coisas não estão dando certo na sua vida, não é tudo culpa do seu ambiente, quando a gente resolver ver o que está fazendo de errado e mudar, mudar como uma pequena engrenagem de um relógio, aos poucos percebemos que como resultado as outras peças também mudam. Certa vez, eu vi uma frase de qual não sei a autoria: Tome essas asas quebradas e aprenda a voar. Simples assim. Então, que tal começar a consertar algumas coisas na sua vida?

domingo, 10 de março de 2013

Eu estou aprendendo...

Eu estou aprendendo, a duras penas, mas estou aprendendo que por mais que eu não goste de determinadas pessoas, nãos suporte-as ou simplesmente as odeie, não significa que tudo que elas façam, digam ou pense esteja errado. Eu tenho que aprender que assim como as pessoas que eu gosto erram, as pessoas que eu "desgosto" acertam. Eu tenho que aprender que por mais que uma pessoa pareça maravilhosa, incrível  a última coca-cola do deserto, ela tem um passado no qual cometeu erros e acertos e eu não posso ficar decepcionada ao descobrir isso, pois todos têm fraquezas e se essa pessoa é tão incrível hoje, tudo que ela passou contribui para o que ela é hoje. E algo que eu estou aprendendo, me orgulho de está aprendendo e não criticar sem conhecer, eu posso não gostar de determinada música, por exemplo, eu posso achar um absurdo aquilo, mas e ai se um amigo meu gosta? Eu vou ficar irritada e entrar sempre em confronto por causa de uma música? Pelo contrário, eu tenho que entender porque ele gosta daquela música, porque amigos de verdade fazem isso, pessoas que querem realmente fazer a diferença no mundo fazem isso.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Eu não sou um rótulo!


Um dia as pessoas nos intimam a crescer, quando isso acontece dá vontade de dar risada e dizer ”Mas eu faço isso o tempo todo”. Não quero, desta maneira, faltar com respeito as pessoas que dizem isso, pelo contrário, quero mostrar que existe infinitas formas de crescer. Ai vem aquelas bordoadas de críticas, pessoas da sua idade não vão a estes tipos de festas, não colecionam ursinhos de pelúcia, não podem gostar de coisas fofas, não podem pintar o cabelo dessa cor e por ai vai. Pessoas da sua idade deveriam amadurecer e enfrentar o mundo como ele é, ao invés de inventar um mundinho que não existe. Eu penso que a gente tem que aprender a tomar conta da gente mesmo sabe? Ser independente das pessoas tanto financeiramente como emocionalmente, porque se a gente não é independente pra ter amor próprio, as críticas vão continuar e você vai começar a remar contra você. Tem coisa pior do que lutar conosco? Acho que não, pois não podemos escapar de nós mesmos.

A gente só deve mudar ou crescer quando (cometemos muitos erros ou percebemos que vamos cometer um erro) fizermos um balanço e perceber que nossas ações não nos levam pra frente, não estou dizendo pra você parar de gostar do que você gosta, não estou dizendo que você tem que dar razão pra esse tipo de critica superficial. Estou pedindo pra você rever suas relações com as pessoas, se colocar no lugar delas e tentar perceber o que você gostaria que fizessem por você no lugar delas. Eu gostaria que você percebesse que é suficientemente forte pra lutar pelo que deseja, eu gostaria que mesmo com medo você fosse apenas você, apenas tomando cuidado pra não causar mal ao próximo. Eu gostaria que você simplesmente aceitasse você como você é, que não precisa de aprovação das pessoas, pois na cabeça delas aparentemente você não sabe se cuidar, mas você, ao contrário de muita gente engravatada e que se diz crescida, do seu jeito peculiar você é feliz, do seu jeito você é maduro o suficiente pra tomar conta de si.

Essa é a minha idéia de maturidade/crescimento. Qual é a sua?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Esse tal de "amor"


Sem dor. Sem rancor. Sem emoção. O amor é como um vagalume, como crianças encantadas por ele queremos chegar mais perto e ele sempre nos escapa, por fim, quando o alcançamos  é porque  o vagalume está parado, brilha por mais uns instantes e depois se apaga.
Eu queria saber quem colocou na nossas cabeças que temos um amor pra vida inteira e não vários amores ao longo da vida, talvez alguém que estude o assunto possa explicar isso e pasmem não vai ter nada de romântico nessa explicação. Saibam que o movimento do romantismo (me corrijam se eu estiver errada) tem mais a ver com um amor não concretizado, uma situação dramática do que com uma linda história de amor. Por isso, na minha humilde opinião, vejo uma certa beleza no amor platônico, um amor que não é concretizado, é idealizado e por fim perfeito. 
Não quero passar a impressão que quero falar mal do amor, pelo contrário acredito no amor fraterno. Meu primeiro amor foi e continua sendo a minha mãe, sim, até hoje, apesar da distância ela está sempre ao meu lado. Se você pensar bem, talvez você tenha alguns amores que são para sempre, mas você insiste  ainda naquele outro amor, tudo bem é seu direito e não estou dizendo para você desistir disso, a escolha é sua.
Eu já notei que as pessoas que mais reclamam que não encontrão uma pessoa pra fica junto, são as que mais dizem eu te amo, são as que mais entram em um relacionamento e saem de outro, são as pessoas que aparentemente são sensíveis e românticas (não estou dizendo que essas pessoas são malvadas ou coisas do tipo que fique bem claro). Isso me faz lembrar da Taylor Swift, ela sempre faz canções que falam de amor ou de términos, mas para isso ela teve vários amores, ou seja, é preciso experiência e ela sempre está pronta para isso (não estou criticando é apenas uma comparação para vocês entenderem melhor). E ai vem a Miley Cyrus, não escuto muito suas canções, mas ela tem um estilo oposto ao da Taylor e namora (noivou) há tempos um cara ai. Olhando desta perspectiva você já tenha pensado em algumas pessoas. Talvez muitos discordem deste exemplo, mas vou terminar por aqui e deixar vocês tirarem suas próprias conclusões sobre este parágrafo...

P.S: Não quero intriga com fã de nenhumas das duas só foi um exemplo para ilustrar o que eu quis dizer, então sei que você é educado o suficiente pra deixar uma critica refinada!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Eu não vivo em busca do "para sempre" e isso me acalma...

Eu não vivo em busca do "para sempre" e isso me acalma. Na verdade eu remo contra a maré e penso que as coisas sempre devem estar abertas as mudanças, mas o "para sempre" que todos procuram, parece que está tão espremido  sobre o peso de tantas expectativas, tantas idealizações. Quando ás pessoas dizem coisas e finalizam com um "para sempre", eu penso "Quanta bobeira!" e lembro do Vinicius de Moraes que era tão sábio e já dizia "Que seja eterno enquanto dure!". Quando as coisas não dão certo, sim podemos nos desesperar, despedaçar, momentaneamente, mas ai, em vez de gastar muito tempo se lamentando, calçamos galochas, pois não sabemos que tipo de terreno que vamos encontrar, e saímos a procura de  um cometa que possa nos guiar pra outro lugar. Pode parecer que quem não procura uma vida do tipo "pra sempre" pareça ter uma história solitária, mas você já viveu assim? Engraçado, que muita gente acha que pra estarmos completo precisamos do outro, mas será que precisamos tanto assim? Será que temos que nos completar? Será que apenas não precisamos apenas somar com o outro e enriquecer um ao outro? Tipo assim, ter momentos eternos? A gente só se sente solitário quando não tem amor pela gente mesmo e não é clichê e nem bobagem dizer que pra viver com o outro temos que nos amar primeiro e que pra viver momentos eternos temos que esquecer do "pra sempre", lançar as idealizações para longe e correr para um abraço bem apertado com a realidade...

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Meu sonho: Londres!

Texto escrito especialmente para o blog Hey, London!

Quando se é criança se imagina muitas coisas, por exemplo: "O que você vai ser quando crescer?". Eu já quis ser astronauta, professora, arqueóloga e quis muito ser o Pequeno Príncipe. Daí nasceu meu interesse por querer viajar. O Pequeno Príncipe pegava uma carona num cometa e viajava pelo mundo, conhecia dezenas de pessoas e se divertia muito. Quem aqui já assistiu o desenho dele, que passava há muito tempo, sabe do que eu estou falando. Eu gostaria de pegar um cometa e ir direto para Londres! 
 A minha paixão por Londres nasceu sem eu perceber. Sempre gostei de filmes e séries de época, especialmente os do século XIX que se passavam na Inglaterra. Depois descobri que eles tinham uma princesa, Lady Di, e aí meu deslumbramento cresceu: reis, rainhas e príncipes realmente existem! Sempre fui uma criança imaginativa e já me imaginei diversas vezes tomando o chá da tarde com a rainha e depois indo dar uma volta naqueles adoráveis ônibus vermelhos. Aos 11 anos entrei em contato com Harry Potter, comecei a pesquisar mais sobre a cultura do lugar e ai o Pequeno Príncipe explodiu no meu coração gritando por Londres! No ano passado consegui uma vaga para estudar um semestre de Psicologia na Espanha. Pensei: “Poderei ir a Londres!”.
 Porém, como não havia uma bolsa para me manter lá, não pude ir. Claro, fiquei triste, mas mantenho os planos de ir para Londres. Quando terminar a graduação do curso de Psicologia pretendo tentar uma bolsa de mestrado para Inglaterra ou algum lugar da Europa, pra facilitar meu contato com este lugar mágico. Outra opção é trabalhar uns dois anos quando terminar a faculdade. Falta apenas dois anos para concluir meu curso de Psicologia, economizar bastante (porque quando se é estudante só se tem gastos e ai não dá pra economizar muito) e passar um mês na minha amada Londres - visitar, conhecer, comer e sentir o cheiro de tudo que eu tenho direito!
 Pode demorar o tempo que for, mas um dia esse sonho se realiza, pois acredito que é só ter um pouco de paciência e trabalhar duro, porque assim quando eu menos esperar um cometa vai passar me oferecendo carona.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Questionamentos...

Eu respiro acelerado e uma excitação misturada com agonia me preenche o peito. Tudo que eu não tinha certeza, agora eu tenho e o que eu tinha certeza não é tão certo assim. Porque as coisas não podem ser mais simples? O que eu já tinha certeza poderia muito bem juntar-se com as novas certezas e não se rebelarem contra mim. Em momentos assim eu penso porque questiono tanto, tudo e todos, não seria mais fácil viver na ignorância e sendo felizes com as coisas simples? Mas que ignorância a minha, pensar que quem vive assim também não tem seus conflitos. É sempre assim essa divisão e nunca essa certeza, em momentos assim eu sempre lembro de um anime em que um personagem diz que "Um sonho que se realiza não é um sonho de verdade", quando criança fiquei intrigada com isso, pois não compreendia a essência dessa frase. Ah os animes, malditos animes que me fazem questionar até porque uma folha cai no chão, mas ainda fica a questão: O que você faz quando realiza um sonho? O substitui por outros, penso que assim deveríamos fazer em relação a morte, conhecer certas pessoas é um sonho realizado e quando ele acaba temos que    substituir por outros. O que me irrita é que começo a escrever um texto e uma ideia sai tomada por outra e no final eu nem me lembro mais da minha aflição, a respiração se normaliza, o coração se acalma, o cérebro retoma o poder e eu volto para as minhas atividades corriqueiras até o próximo questionamento, porém isso me lembra que são as perguntas que movem o mundo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Tudo um dia acaba

Sabe quando você acorda um dia e as coisas conspiram para tornar presente um velho conceito, um lema antigo? Em geral isso acontece em manhãs que eu acordo relativamente cedo, porém não tenho nenhuma preocupação, não tenho nada agendado. E a idéia hoje, uma idéia que tenho desde sempre é que tudo acaba e nada é para sempre. Lendo alguns textos nesta manhã de domingo, me deparo com um de Gabito Nunes que trás o seguinte trecho:
 Meu relacionamento mais íntimo e verdadeiro é com meu tênis. E mesmo assim, nunca é duradouro. Somos parceiros até o fim, até que ele se esfole e desintegre feito pó. Nosso amor é sujo e o laço não foi amarrado para durar. Sem lamentos sertanejos, ele cumpriu sua missão, tudo um dia acaba. Eu não meço esforços para o melhor companheiro. O tênis é o meu então cachorro de rua.
Depois de ler e ver mais algumas coisas, eu resolvo assistir o último episódio de Being Erica e o episódio começa com a seguinte mensagem: Tudo que tem começo, tem fim. Dias viram noites, verões desvanecem em outonos, sabemos no nosso coração, que mesmo que desejamos o contrário, em um mundo posicionado no tempo não pode haver um começo sem fim. 
Tem gente que pode se enfurecer ao se deparar que tudo tem um final, argumenta que aquela lembrança de um certo momento ficará gravada para sempre, mas você não pode reviver aquele momento novamente, mesmo que você se esforce as coisas nunca acontecem duas vezes da mesma maneira. Guarde a lembrança sim, mas não viva nela, pois a partir do momento que você escolhe um caminho, abandona outro e por mais difícil que algumas coisas são chega uma hora que precisamos de mudança, pois um novo começo sempre trás novas aventuras.